Estratégia, Vantagem Competitiva e Conceito de Valor

Estratégia, Vantagem Competitiva e Conceito de Valor

Vantagem competitiva e o conceito de valor são dois pilares base da estratégia, ao tratarmos

da forma como uma empresa se mantém no mercado em que atua.

Vamos entender mais sobre.

 

1 – Vantagem Competitiva

 

Se você se encontra em um mercado competitivo (e qual não é?), o fator que o

levará a um desempenho diferenciado em comparação aos seus competidores

é o que chamamos de vantagem competitiva.

 

A vantagem competitiva pode ser por exemplo uma oferta superior à clientela

(como um produto e/ou serviço único no mercado) ou um acesso privilegiado a

uma praça (no sentido de distribuição) que não enfrenta concorrência, entre

outros. Podemos nos basear na seguinte fórmula para validarmos uma

vantagem:

 

  • Deve proporcionar valor aos stakeholders (Acionistas, investidores, empregados, consumidores…),
  • É pouco comum ou exclusiva;
  • É difícil de copiar;
  • É parte da atuação da empresa.

 

Para que uma empresa mantenha sua vantagem, seja ele qual for, é de suma importância que todos os envolvidos no processo (stakeholders) tenha claro entendimento de qual é e do que leva a empresa a ter uma vantagem competitiva.

 

Quer um exemplo?

 

Um bom exemplo de vantagem competitiva é a fórmula secreta da bebida

Coca-Cola, que claramente a diferencia da concorrência (Pepsi),

proporcionando valor para o seu público a ponto de ser facilmente identificado

através de seu sabor marcante. Neste mesmo mercado podemos falar sobre a

AMBEV, que possui a distribuição como vantagem, atingindo praças que

poucas empresas conseguem alcançar.

 

2 – Conceito de valor

 

O conceito mais utilizado (ou um dos mais utilizados) em marketing é o

conceito de valor para os diferentes stakeholders de uma empresa. Valor é a

relação existente entre o recurso que é necessário ser investido para se obter

ou realizar algo, versus o benefício que será devolvido.

 

Trocando em miúdos, é o quanto alguém está disposto a pagar (seja com

dinheiro, trabalho, bens etc.) em comparação ao benefício gerado pela posse

ou uso de um bem e/ou serviço. É importante lembrar que o valor pode não ser

quantizado, neste caso sendo subjetivo.

 

A conta é simples, se o benefício gerado é maior que o recurso investido, a

relação é positiva, ou seja, temos um bom negócio. Porém, se o benefício

gerado é menor do que o recurso investido, a relação é negativa, onde teremos

assim um mau negócio.

 

Lembro que os diferentes stakeholders visualizarão os benefícios de diferentes formas.

 

Um cliente considera na sua relação de valor o serviço/produto, preço,

qualidade, disponibilidade e etc, já um acionista considera o retorno sobre o

capital investido (ROI), potencial de longo prazo, entre outros pontos.

 

Essas definições devem ser bem amadurecidas, buscando sempre as

vantagens competitivas da empresa e visando a maior criação de valor para o

cliente e os demais stakeholders. É a chamada relação de ganha-ganha, dessa

forma todos ficam satisfeitos e felizes.

 

Quer mais um exemplo?

 

Para um entusiasta de tecnologia, ter o último modelo de um smartphone por

exemplo, com vários acessórios e funcionalidades, tem muito valor, mesmo

tendo o aparelho muitas vezes um preço exorbitante. O benefício gerado pela

posse do bem é maior que o recurso (dinheiro) investido.

Já para uma pessoa que não se utilizará das inúmeras funcionalidades de um

dispositivo como este, o recurso a ser investido será maior que o benefício

gerado pela posse do bem, desta forma fazendo com que a transação

não tenha valor positivo.

 

Espero que este conteúdo tenha sido relevante para você, caso tenha alguma

dúvida sobre, entre em contato conosco.

 

Quer sugerir algum tema relacionado ao marketing e comunicação? Entre em

contato conosco e nos envie sua sugestão.

 

Um abraço e até o próximo post!


master@Admin

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